sábado, 7 de agosto de 2010

Aborto: liberdade da mulher ou privatização do corpo?

Por que o aborto é um assunto tão camuflado no Brasil?



Bom, o aborto não é uma mera "saúde pública filmada pelo Fantástico", mas sim uma indústria muito bem paga fora do Brasil. Há cientistas americanos que dizem ter influência genética para pessoas agressivas, estupradores e assassinos, dentre eles, os do "EDGE" . O fato não é novo, já teria iniciado com Stalin - Rússia e Alemanha Nazista. Alguns cientistas destacam até que certos indivíduos poderiam ser "eliminados" (separariam tais genes do ser-humano) do convívio social, entre eles, aqueles que possuem os "genes da violência".

No Brasil o discurso fica mais por parte das ideologias esquerdistas. Dizem ser o direito da mulher, tentando pregar aqueles velhos fatores de vítimização de uma sociedade machista". Há aspectos não considerados dentro da própria ideologia infanticida. Gostaría de pensar alguns:

  •   As pessoas têm acesso aos métodos contraceptivos de graça, logo, legalizar o aborto já é um crime, porque vai não de medida social, mas de escolha. Se há acesso amplo, então o problema não é falta. Se não há falta, então, um problema nomeado como “saúde pública” passa a ser comportamental. Se ele é comportamental, então a legalização passa a ser para “fins próprios” de uma indústria vasta, pois todos sabem as consequências agressivas ao corpo, e psicológicas, do aborto para a mulher.

  • Não, o SUS não vai salvar vidas, pelo contrário, pode matar mais! Ele não vai melhorar caso a lei pró-aborto seja aprovada. Se há mulheres que esperam melhorar suas vidas recorrendo ao SUS para o aborto, então, podem pedir bastante ajuda aos céus para que algo dê certo. Todos sabem que a Rede Pública é um açogue ambulante e apenas mutila mulheres em seus centros de saúde.

  • Se o Estado quer legalizar, só o faria com um objetivo: pelo custeio caro e penoso, eliminaria a responsabilidade de educar as escolas, instituições e sociedade, . Educar um indivíduo leva tempo. A liberação só leva à irresponsabilidade do Estado. Essa seria a privatização do aborto. Se o objetivo é a "privatização", então não estão preocupados com a vida humana em si, mas apenas a descentralização da responsabilidade que seria agora da própria mulher.
Como já observado, a ideologia que tentam implantar através do marxismo cultural no Brasil é massificadora. Não consiste apenas em banalizar conceitos cristãos, mas destruir questões éticas por pura descontrução. Talvez o erro mais grave é  que, muitos dessses por trás das 'campanhas", estão por mera crítica e ataque às instituições religiosas. Se aterrorizam a população (sim, isso é terrorismo), com manipulação de dados e ideias falsas, conseguem subverter a mente de muitos.

Meu principal ponto aqui é lutar contra essa falácia.

Por: Leandro Souza 

Nota:
Edge
Washington Times
Midia Sem Máscara

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