quarta-feira, 27 de julho de 2011

1984 - Chegamos lá!



A esquerda encarregou-se de empunhar o punhal da crítica ao cristianismo e a Direita brasileira. O jovem norueguês, em sua loucura perturbável a qualquer Lula, demonstra o fato de que, todos da grande mídia, sem exceção, aplaudem de pé o extremismo de ideias. 


Na comparação dos principais jornais, esse perturbado tinha nome e endereço (ideologia e religião), mas Burke diz (Coutinho) -
 "A concepção de natureza humana universal, em Burke, funciona assim como esse “mínimo” moral que a ação política deve necessariamente respeitar; se nós, os homens, naturalmente sentimos uma aversão pela justiça e pela crueldade, compete-nos não sermos injustos ou cruéis em relação aos nossos semelhantes, que sentem como nós sentimos porque participam da mesma natureza comum."** 

Embasando Aristóteles, afirmaria:
"Não há nada, sobretudo, de mais intolerável do que a injustiça armada. Por si mesmas, as armas e a força são indiferentes ao bem e ao mal: é o princípio motor que qualifica seu uso. Servir-se delas sem nenhum direito e unicamente para saciar suas paixões rapaces ou lúbricas é atrocidade e perfídia. Seu uso só é lícito para a justiça. O discernimento e o respeito ao direito formam a base da vida social e os juízes são seus primeiros órgãos."


1 fato - Nesse aspecto(Burke), não se afirma a veracidade de ligação entre direita conservadora, seus principios e um cara que diz matar por que "seu país o traiu". Bom, claro que não quero aqui ressaltar o mau-caráter. Quero apenas refletir os modos como a imprensa no Brasil trata 
o caso: "direita, cristão, extremismo".

Fato 2 - O cristianismo foi categóricamente pacifista em pleno Império Romano, levantando mártires com o poder do bem comum, dos valores e da tradição. 


Fato 3 - Aristóteles: A definição do indivíduo, inserido num meio social, foi quebrada. Seu contato em nada era o parecido com a ideia de ordem e justiça: Agiu por si, matou a quem quis e sem ouvir devidos conselhos dos grupos com os quais queria partilhar ideias. Não compartilhou uma religião, porque não viu nela (segundo seu próprio "manifesto") abrigo para seus ideais. Aí mora o extremismo. Aí está o caos. Aí é feita a devida separação em discursar por um grupo, partilhando dele o bem comum.

Fato 4 - Tratando o fato como absurdo em si, as ligações pressupostas do jornalismo brasileiro entre o louco e os devidos codinomes de "direitista ou cristão" - a que se referiu nosso 'imparcial' jornalismo, vejo que o futuro nos reserva grande paz e harmonia. Se o norueguês fosse talvez um militante louco esquerdista, como vemos constantemente quebrarem, depredarem, matarem em nome de seus punhos cerrados (FARC e Foro de São Paulo), ligariam-no à alguma "extrema" coisa qualquer 'neste Paiz' (sic)?

Fato 5 - Se mistureira do perturbado entre paganismo, nazi-fascismo, burrices próprias, darwinismo e ideologias racistas, era tão clara aos telespectadores mais comuns como eu, como ligar, ou até mesmo nomear, esse sujeito como como ocorreu com mídia brasileira?

Quebrou as leis citadas acima. Não agia em grupo, agia por si. Respeitava apenas um extremismo iminente, sem pé nem cabeça, de certos grupos europeus. Representam a totalidade? Não, nenhum grupo. Apenas suas convicções e canalhices próprias, não inserido em nenhum contexto social. 

A vigarice intelectual da classe jornalística destepaiz (mec) é óbvia, risível e maldosa. Ela demonstra o mau-caratismo e sem-vergonhice em passar uma informação, por mais simples que seja, sem ser devidamente manipulada e rotulada para a imposição do 'politicamente correto'.


** Fonte texto João Pereira Coutinho:

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