segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

O sociopata, a vitimização e a fabricação de uspisícos

Um vídeo, em um pequeno trecho, Ana Beatriz Barbosa descreve o que é o "psicopata". Claro, com mais detalhes, seu livro pode dissecar o assunto e levar o leitor a refletir sobre o rumo que tem da sua própria vida.

Concordando com dra. Ana Beatriz, penso que não só pode se dizer que há o psicopata social, como ele é exaltado no Brasil. O que é a vitimização? O sujeito passa a viver uma vida em que ele acha que todo mundo é culpado, menos ele. Dentro desse mundinho, passa a culpar a todos em redor, tentando justificar os meios usados para suas atitudes, sendo elas perversas, maquiavélicas, ou corruptas. Neste círculo, todo sujeito se passa por  estudante uspiano e  pode cuspir num policial, justificando todo seu "ódio ao imperialismo americano", usando o tênis nike, ligando de um Iphone, onde viu as últimas notícias no site do New York Times sobre o Ocuppy Wall Street. Os mais exaltados meios de agredir alguém passam a contrastar com os pedidos de "paz", aqueles mesmo das bandeiras uspianas que dizem ser os "agentes salvadores da humanidade". Vê-se ai um retrato falado do que a dra. Ana Beatriz destaca: Ele quer poder, glamour e, acima de tudo, quer chamar a atenção. 








Percebe-se que esses "coisas" proliferam, numa cultura onde a valorização da vitimização é grande. Nesse meio, a quantidade de "show men" que surgem no Brasil, inclusive dentro de ambientes onde deveriam ser menos propício a propagá-los (igrejas e afins), a valorização da vitimização, a canção dos "coitados", surge uma marcha forte rumo ao texto de ideias desconexas: 

"Ele é corrupto, mas faz" - "Ele rouba, mas construiu muito" - "Ele sempre foi um menino bom... o que aconteceu para ele sair atirando?" Bastando apenas um discurso mais "favorável" à situação.Assim, lembram da enxugada estatal, da grande máquina que nunca faz nada, incompetente, com previsível ineficiência, sendo a "salvadora" de todos. Assim, sendo o Estado forte neste país, somos reconhecidamente os que idolatram o populismo de figuras risíveis, mas com a capacidade de penetrar no mais íntimo do vitimismo brasileiro.

Com todos esses detalhes, estamos diante de um quadro que segue para a derrocada brasileira. Estudantes uspianos não representam nem 0,00001% da população brasileira, mas dão uma clara ideia da criação desse tipo de sujeito: Imagem do pai, abraçado ao filho, chorando por ter sido preso:












Usando de muitos artifícios, chegam em nome de qualquer coisa, até deus (sim, minúsculo porque é um deus deles, egoísta), divulgam o "cristianismo socialista" - incompatível com as ideias de Jesus Cristo. Cristo em nenhum momento vitimizava as pessoas. Em alguns casos, era categoricamente irônico com o problema da pessoa. Divagava sobre suas deficiências. Não caberia nos psicologismos Boffianos ou Frei Betianos...



Um comentário :