quinta-feira, 19 de julho de 2012

Estratégia da esquerda: apologia e tolerância ao crime



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Essa é uma das estratégias que mais deixam os conservadores a pensar: o que será que os esquerdistas tem na cabeça?
Por causa desta estratégia, todo país dominado pela esquerda apresenta aumento da impunidade dos criminosos violentos, especialmente sequestradores, traficantes, assaltantes, estupradores e assassinos.
Da mesma forma, por causa desta estratégia, hoje temos o Estatuto da Criança e do Adolescente no Brasil, que garante impunidade aos menores infratores, independente do crime que eles cometam. Também temos coisas como cada vez mais redução de penalidades em países de todo o mundo.
É uma regra: quanto mais influência da esquerda, maior o aumento da impunidade.

Outro fator é que, além da tolerância ao crime, existem muitos deles que, na indústria cultural, praticam verdadeiras apologias ao bandido. O texto “Bandidos e Letrados”, de Olavo de Carvalho, dá vários exemplos disso.
Meu intereresse aqui, no entanto, é identificar a ORIGEM desta estratégia. Quero saber o que realmente há na cabeça do esquerdista ao gastar tanto esforço em ações de apologia e tolerância ao crime. (Justiça seja feita: alguns esquerdistas focam especialmente na tolerância ao crime, enquanto outros focam nos dois aspectos)
Existem três motivações básicas: (1) vingança contra o sistema, (2) manutenção da crença no homem, (3) capitalização durante apontamento de bodes expiatórios.
No caso da vingança contra o sistema, já sabemos que o esquerdista acostumou-se a odiar, 24 horas por dia, todo o sistema atualmente estabelecido. Ele vive com “projetos” na cabeça para “mudar o mundo”.
O criminoso, ao matar alguém, estaria atacando este sistema.
O infeliz não percebe que muitas das vítimas dos criminosos são pessoas desfavorecidas, mas basta ele tirar essa informação da cabeça.
No caso do esquerdista que está focado na inveja e rancor contra os poderosos, se o crime for contra alguém que tenha posses, a tendência já é partir para a comemoração.
Portanto, temos que entender que, nesse aspecto, a ação criminosa (desde que não seja contra ele, é claro) age como se fosse uma dopamina, um neurotransmissor cerebral que libera substâncias no cérebro que promovem sensações como prazer e motivação.
Mas ainda mais importante é a manutenção da crença no homem.
Temos aqui que relembrar da questão das alegações de suporte. No caso, temos a alegação da maioria dos sistemas esquedistas: (a) grupos devem assumir o poder, em um estado inchado, para cuidar dos outros, (b) o homem é bom.
Ou seja, para que (a) seja verdadeiro, o cérebro tem que aceitar que (b) também o é, caso contrário os esquerdistas entrarão em conflitos internos o tempo todo. Para evitar esse conflitos internos, eles aceitam, com fervor, a alegação (b).
Portanto, sempre que ocorre um crime, a tendência deles não é olhar para o criminoso como alguém a ser punido, mas sim alguém que é vítima de um sistema, pois a crença padrão deles é “o homem é  bom”. Se o homem é inerentemente bom, não pode ser culpado pelos seus crimes. Logo, o bandido não seria tão culpado assim.
Mas se o bandido não poderia ser culpado pelos seus crimes, quem deveria ser culpado?
É aí que a terceira motivação básica do esquerdista entra: ao acontecer um crime, e SE o homem é bom (portanto, o bandido é bom em essência), a CULPA é do sistema que deixou o bandido se tornar criminoso.
Aí o esquerdista capitaliza dizendo: “por isso estou correto ao dizer que temos que mudar o mundo”.
Entendendo essas três motivações básicas do esquerdista em relação aos crimes, saberemos que é impossível para a mente deles, a partir do aceite desses paradigmas, encarar o crime da forma que uma pessoa normal encara.
A empatia que o esquerdista gerará pelo criminoso automaticamente é assombrosa, enquanto as pessoas normais tendem a ficar com raiva dos bandidos. Da mesma forma, imediatamente após o relato de um crime, o esquerdista começa a capitalizar com seus discursos com “soluções para o problema”. E, em vários casos, existe uma satisfação automática ao ver o “sistema” ser atingido.
É importante notar que há uma EXCEÇÃO a essa regra. Ela ocorre no caso de um crime cometido por alguém que tenha muito mais recursos financeiros do que a vítima. Por exemplo, se um industrial atropela um morador de rua.
NESTE CASO, o sistema de apologia e tolerância ao crime, que eles possuem ativados para quase todos os casos de arrastões, assaltos, estupros e latrocínios, por exemplo, é DESATIVADO e eles passam a pedir a punição ao criminoso.
Mas, para a maioria absoluta dos crimes noticiados nos jornais, a postura do esquerdista é a de total apologia e tolerância ao crime, e de forma fervorosíssima.
E as três principais motivações que eles possuem para isso, conforme apontei aqui, podem ser visualizadas nos comentários que eles geralmente fazem em sites de notícias QUANDO ocorrem crimes contra cidadãos de bem e que pagam seus impostos. Um exemplo gritante ocorreu nesta notícia comentada recentemente aqui, sobre os marginais que saem da Cracolândia e vão incomodar os moradores de Higienópolis.
Entender essa estratégia é fundamental para entender que nós e eles estamos em LADOS OPOSTOS no que diz respeito ao combate ao crime.




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