quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Co(s)tas: aplicando o senso comum


Lendo uma postagem do grande Percival Puggina, lembrei-me do exato momento em que debatia sobre cotas com amigos, pensando os lados da moeda para os tais. Vamos ao post:

COTAS RACIAIS PARA A MAGISTRATURA, JÁ!

Pelo menos uma dúzia de estados brasileiros realiza concursos para provimento de vagas em sua magistratura. Pergunte se algum deles prevê cotas raciais. Pois é. Nenhum. Ora vejam só! No entanto, o STF, por unanimidade, achou que cotas raciais no exame vestibular dos outros era colírio, prá lá de constitucional, com direito a discurso de louvor e tudo mais.

Puggina pegou o ponto chave:
O aclamado discurso discurso do STF não serve para si. Interessante o fato de as pessoas não notarem que o ensino fundamental e médio e péssimo. Distribuem um material cheio de erros, com coisas absurdas, doutrinas esquerdistas, até várias fatalidades de crianças achando pornografia no meio de suas leituras, refletindo um o governo nada preocupado com ensino. Sinceramente, não há como prever um crescimento em meio a tantos erros seguidamente cometidos.
Voltando às cotas: Esses alunos entram numa universidade. Carga muito baixa de ensino, textos utópicos e mirabolantes sobre as "opressões" e, ao depararem-se com o "sonho universitário", continuam reforçando o pensamento da "luta de classes x ricos de olhos azuis". Assimilam com facilidade o sistema universitário para que, em tempo real, possam reproduzir as ideias. 
Cada um tende a assimilar com mais facilidade a ideia do nazismo cotista. É verdade que soa um tanto "fatalista", mas isso a longo prazo dá a reforçada ideia do "aluno oprimido pela classe média branca capitalista". Está ai completa a "luta de classes" - de Marx para o aluno de Paulo Freire. O modelo que não funcionou nos EUA - gerando mais racismo entre negros e brancos, acaba sendo seguido pelo Brasil. Claro, a ideia americana está bem longe de acontecer como foi feito aqui, mas tem um fundamento tão racista quanto.

Finalizando: creio que as co(s)tas (largas) acabam por completar o denominado conjunto de ideias para reforçar o nazismo esquerdista no Brasil. Os textos com alto conteúdo doutrinário nas escolas e universidades públicas vai acabar? Evidente que não. Serão cada vez mais fortes e fartamente divulgados. É mais fácil doutrinar alguém com pouca formação (ainda mais do ensino básico e médio), pouca estrutura de ensino e qualidade, do que alguém que sai de um contexto que, infelizmente, acaba tendo mais informação, formação e estrutura de ensino: as escolas particulares. 




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