sábado, 1 de setembro de 2012

Fé e razão: Aos amigos católicos



Sempre fui muito respeito com os amigos católicos, inclusive os que eram amigos de "caminhada", dos tempos de Curitiba. Nada deixa-me com mais saudade que sentar com amigos inteligentes e de bom senso, sendo os companheiros de 'papo' na filosofia, teologia e afins.

Fico com certo medo quando encontro católicos radicais, que desprezam toda uma história de um indivíduo pelo simples fato de ter uma "fé diferente". Tenho presenciado muito embates entre grupos que mal saem do senso comum, lidando apenas com a passionalidade e partindo para a ignorância completa, com xingamentos, palavrões, onfensas etc. Esses não representam a grande massa das pessoas de boa índole, católicos que mostram sua fé com caráter límpido e sincero. 

Parafraseando o blog do grande professor Francisco Razzo, chego a uma simples análise: há duas classes de radicais - racionais e passionais:

Os racionais agem para o certo, sabendo que há algo maior do que  apenas um simples conceito, algo que é dado dos céus para poder ser correlato ao ser humano, inerente a ele, que produz algo valoroso para gerações futuras. Há algo maior, o Ser a quem devemos nossas ideias, imaginação e vida. Isso está acima das disputas baixas, que seguem apenas pelo que vou dar o nome de "letra": algo, ou alguma lei, que toma o lugar dos princípios, chegando a matá-los. Racionais esperam muito menos de si mesmos e muito mais do "Alto". Não apenas por pensar em sua própria vida, mas em toda uma geração e as gerações futuras. 


Os irracionais, ou passionais, agem em torno de uma volta ao passado a qualquer custo, dizendo-se em nome de "qualquer coisa", sendo eles apenas o centro de tudo. Não agem para um futuro melhor, melhores pessoas, ou pelo bem comum. Estão apenas atrás de sua radicalidade, seja ela qual for, apenas  para xingar aos que a eles se opõem. Dentro desse grupo, tenho visto alguns como "bizarrices", que apenas difundem ódio a protestantes. O aspecto deles se assemelha ao pessoal socialista, da esquerda em geral. Não há uma reflexão das ideias, uma troca de informações e  a amizade acima de tudo. Tenho vários amigos católicos que, seguindo o debate da reforma, debatem ideias. A drª Ana Beatriz, especialista em casos de psicopatia, diz que o psicopata está mais perto de nós do que imaginamos. Eles estão bem parecidos com o comum, perto de serem as "criaturas normais". Mas a diferença é a mente deles em relação a isso. 

Finalizando, creio que há psicopatas em vários grupos religiosos, não religiosos, entre protestantes e católicos também. Às vezes, são confundidos com "fervorosos". Muitos deles estão mais perto da esquerda do que do verdadeiro cristianismo. As amizades dos católicos, pessoas de bem, de boa índole e firmeza em seus princípios, continua. Essas não se abalam. Mas, infelizmente,  vejo uma preocupação com os que só querem causar arruaça, não saem da internet e almejam apenas a chacota e ofensa. Muitos associam esses tipo aos grupos de direita, o que estão ligeiramente enganados, principalmente no que tange aos princípios conservadores: ordem, ética e respeito! 







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