quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Psicólogos cristãos exigem tratamento isonômico



terça-feira, 16 de outubro de 2012


Psicologos querem direito de ter suas identidades profissionais com confissão de fé

 

A Psicóloga Marisa Lobo Presidente da ASSOCIAÇÃO DE PSICÓLOGO E PROFISSIONAL PRÓ FAMILIA, (ACPPF) recém-criado pra defender direitos  de profissionais bem como proteger a família biológica natural /tradicional, e orientar profissionais em sua liberdade de crença e de expressão, que é Cristã protestante (evangélica), e tem sido conhecida como a psicóloga que está sofrendo processo ético por  negar retirar de suas redes sociais referencia que faz a DEUS, e sua fé, e  o PSICÓLOGO de Brasíli a especialista em direitos Humanos Luciano Garrido Católico Apostólico Romano estão requerendo direitos de constar sua identidade religiosa na carteira  PROFISISONAL de psicólogo, e juntos divulgando e fazendo conhecer aos psicólogos que este é um direito legítimo.
 
Esta semana entregaram um requerimento formal junto ao conselho de psicologia de seus estados, Marisa Lobo que já havia questionado o Conselho Regional de Psicologia sobre esta possibilidade e ainda não obtendo resposta esta semana seguindo o exemplo de Luciano Garrido entregou novamente o pedindo por meio de requerimento formal, e esperam resposta bem como represálias já que o conselho federal de psicologia tem se mostrado relutante em aceitar.
Discutir direitos de religião aos profissionais de psicologia.
 
Para Luciano Garrido, que já vem denunciando os desmando do conselho de psicologia, e que recentemente foi chamado ao conselho para dar explicações por suas declarações contra atitudes que considera usurpação de poder,
 
Luciano foi um dos primeiros psicólogos a concordar com a posição da psicóloga Marisa Lobo e apesar de sua luta não ser religiosa dentro dos questionamentos que faz contra o conselho, após a perseguição contra Marisa Lobo resolveu manifestar sua fé e como  profissional  também quer ter  direito de ter os mesmo direitos dado aos homossexuais, que tem em sua carteira de identidade seu nome social, direito concedido pelo conselho de psicologia, isonomia é o que defende, e bem como a liberdade religiosa..
 
Para a psicóloga Marisa Lobo, além desse direito, diz “meu paciente também tem o dele de escolher o profissional, sabendo a qual religião pertence, se for da vontade do profissional deixar isso explícito”. Estamos inseridos em uma sociedade Cristã, e  como clínica não posso negar que meus pacientes se sentem confortáveis ao saber que sou Cristã, creio este ser um direito deles.
 
É impossível não ser influenciado  pelo seu terapeuta 100%, e creio que o paciente sabendo de minha fé ainda que no posicionamento (setting) terapêutico não faça referência, será produtivo meu paciente se sentir-se seguro, pois se ele me procura tem que saber quem sou eu, e minha fé é minha identidade. Se há uma seleção ai, talvez sim, mas não minha, mas de quem me procura, o que é um direito do meu paciente.
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Muitos pacientes procuram sim, seus terapeutas pela confissão de fé, até mesmo os sem religião, não podemos negar esta verdade, tanto que existe associação Brasileira de psicólogos espiritas, budista, parapsicólogos etc., só querem deixar de ser hipócritas e assumir de forma legal nosso direito para não sermos perseguidos. Isso não quer dizer que induzirei quaisquer convicções dentro do meu consultório, porém de certa forma protege o profissional de futuras armadilhas.
Abaixo segue o requerimento elaborado por Luciano Garrido e divulgado pela Psicóloga sem seus sites e redes sociais. Marisa Lobo esclarece que este requerimento foi entregue ao Deputado Federal Marco Feliciano, que o transformará em projeto de lei, e ou indicação legal para estender esse direito a todos os profissionais que assim desejarem.
Marco Feliciano que está defendendo a psicóloga Marisa Lobo juntamente com a Frente Parlamentar Evangélica acredita ser este um dos meios legais para se requerer direitos, “se”, foi dado direto civil ao travesti, de colocar em sua carteira profissional seu nome social, tem que ser dado igualmente direito àqueles que desejarem que conste sua confissão de fé e como parlamentar, se sente na obrigação de lutar legalmente para que esse direito seja legitimado ao profissional, não somente ao psicólogo, mas a todo e qualquer profissional, pois não se pode esquecer que vivemos em um país laico e professar sua fé e expô-la é direito constitucional, argumenta o deputado Feliciano.

Em Cristo Marisa Lobo
 
ACPPF- Associação de Psicólogos e Profissionais Pró Família.



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