quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Nazifascismo do CFP - Conselho Federal de Psicologia



A postagem do vídeo data do dia 28 novembro, 2012. O debate é novo, provavelmente de novembro. 

Embora discorde veementemente do pr. Silas Malafaia na maior parte de sua teológia, o vídeo postado abaixo demonstra o ativismo militante, fascista, de muitos no CFP (Conselho Federal de Psicologia). Partir para a defesa de grupos que dizem representar  homossexuais, deixa bem claro que o CFP está militando em causa alheia. Se a militância é em causa alheia, então deixa de ser um conselho público, federal e democrático. 


  • O segundo ponto é tratar de pacientes homossexuais com veemência e autoridade científica não cabíveis ao CFP. Trata-se o paciente como alguém que já dispõe de autoridade científica para dizer ou não o que ele tem de ser. Exatamente, neste ponto, o Conselho Federal faz com que o psicólogo deixe de aconselhar e passe a militar, ou até mesmo a legislar sobre a vontade do paciente, ou "cliente", como é chamado atualmente, sendo um "cientista da verdade". Caso não queira ser mais o que é atualmente (opção sexual), o cliente vai ser duramente caçado pelo movimento. 
  • O terceiro ponto, como mostrado no vídeo, é que a militância não quer diálogo. Portavam cartazes ofensivos, de ódio, altamente preconceituosos contra um grupo que é bem expressivo no país: os cristãos. A regra é simples: o pedido é feito por "respeito e dignidade" - jogando por terra ambos os conceitos num só cartaz. Deixam a dignidade, portando-se como brucutus que não querem debate, sem respeito algum pela fé alheia. 


Agora, fazendo a reflexão longe da baboseira e o velho discurso de classes "gay x hétero" - que os rousseaunianos  adoram (valendo-se da briga entre as classes sociais para afirmar seu discurso de poder), o argumento não pode ser pensado por meios simplistas como o da militância gay. Ser contra uma possível afirmação, comportamento, logo denota-se como "homofobia" - sendo o opositor um fascista, matador de homossexuais, discriminador, intolerante. Percebam que é um discurso infantil, baseado no:

 - "Você não é meu amiguinho, não gosta de mim". Parece mais uma criança mimadinha, irritada por não aceitar opinião contrária. Se cada um dos leitores voltar à infância, perceberá que fazia isso com os amiguinhos que se opunham às suas ideias. É um discurso de quem não quer diálogo algum, apenas fazer valer a sua voz

- "Feio, bobo, chato": pode soar estranho dizer isto, mas, numa aparente maturidade, soa como "homofóbico, fascista, reacionário". Repararam? Sinto qe estou conversando com uma criança. Ou seja, o retrocesso mental total. Reduz-se o discurso ao simplismo infantil, debatendo questões primárias, exatamente como querem os mais entusiastas de Rousseau. Ou seja: o individuo parte para o que Meira Penna analisa na sociedade rousseauniana: rebaixar toda uma sociedade ao seu  papel mais ínfimo, separando-se as classe "mau x bom". Se ele não concorda comigo, é mau. Não há espaço para o diálogo. Eu sou minoria e posso fazer o que bem entender porque sou vítima. Sendo vítima, qualquer atitude minha é sinônimo de "reação a ser aprovada", mesmo que violenta e descabível.

Óbvio que para por ai: o retrocesso mental não é apenas do movimento gayzista ou de uma militância dentro do CFP. Faz-se presente por todo o Movimento Revolucionário. A maioria dos homossexuais em nada tem a ver com essa atitude. Parte da imaturidade da prórpia militância, cabendo a eles o comportamento infantil. Se não há concordância com a vontade deles, não há diálogo, debate. 

Percebam o seguinte: Ninguém, em sã consciência, vai sair matando gays, ou torturando-os para serem machos "alpha". Jogar essa culpa nos grupos religiosos, ou pessoas que apenas opõem-se ao comportamento, é ditar como o pensamento alheio é regido, motivando a ele o mesmo crime de ódio que dizem querer não sofrer.

O fascismo está aí: é totalitário, impondo sua faceta ante a opinião alheia. Não se sabe se a frase é verídica, mas Stalin teria dito: "Acuse-os do que você faz" - é o chamariz desse "movimento".  

Fica ai o vídeo para a análise:

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