quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

A decapitação do Papa


Aproveitando a renúncia de Josef Ratzinger e a repercussão desse ato, vamos voltar a um debate muito pulsante na cabeça do brasileiro médio. 

Houve muitas manifestações de intolerância e radicalismo com a declaração do Sumo Pontífice. Muitas militâncias soltaram piadas e manifestações pelo twitter, inclusive "deputados" que nada fazem a não ser declarar ódio aberto ao cristianismo. 



A democracia moderna, Rousseauniana, fabrica o "teatro da malícia e incitação ao ódio". Aproveitando os ganchos do tal falado debate (debate porque aquilo não era entrevista), faço as ponderações do 'famoso' teatro realizado na PUC (Pontifícia Universidade Católica) em que os alunos realizam a tal "decapitação do Papa". 

Pergunto aos leitores e amigos do blog: Esse vídeo não incita nenhum dos alunos ao ódio, certo? Isso não é discurso de ódio, correto? As agressões a paus, pedras e pontapés que os tais alunos da PUC e militantes não é crime de ódio, correto? 

No Brasil atual, a democracia serve para limpar a bunda: cria-se vítimas do "sistema", em que o vitimizado pode fazer qualquer discurso de intolerância, ódio, violência, que é justificado pela sua "dor". 


artigo 208 do Código Penal:

Art. 208 - Escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa; impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso:

Pena - detenção, de um mês a um ano, ou multa.




Leandro Souza

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