sábado, 9 de fevereiro de 2013

Gene gay? Com ciência não cabe malabarismo



Por Marisa Lobo


Não existem fatos científicos que provem que a homossexualidade seja genética. Todos os estudos divulgados deixam claro que se trata de probabilidade apenas, e induzir ao erro é considerado um grave delito na comunidade científica.
Após entrevista polêmica do psicólogo e Pastor Silas Malafaia no programa de Frente Com Gabi do SBT, surgiram várias teorias tentando refutar as afirmações que Silas fez quanto ao nascimento do homossexual não ser genético e sim comportamental, apareceu até  um personagem tentando transformar a homossexualidade em genética, apesar da comunidade séria científica mundial, nunca ter afirmado esse fato como verdade científica. O que existem são estudos apenas com suposições e tentativas da vinculação. Mesmo assim, como estratégia, alguns tentam perverter a verdade por força de manipulação para enganar a sociedade implantando memória falsa, um tipo de alienação social favorecida pela mídia.
Estes personagens do “além” querem claramente  tentar descontruir  a verdade dos fatos, no caso, as falas do Psicólogo Silas Malafaia e de tantos outros  que se opõem não aos homossexuais, mas sim aos militantes chamados aqui no contexto de “gayzista”, que como defensores do “sexo anal” – que hoje rende muito diga-se de passagem -  tentam subjulgar a inteligência humana com uma estratégia barata e desesperada de induzir a sociedade ao erro e ao preconceito, impondo, distorcendo, manipulando e pervertendo a realidade em causa própria, agindo com total preconceito contra quem não comunga de suas opiniões.
“A ciência não é um fim em si mesmo, mas é antes um precioso e poderoso instrumento através do qual inegáveis progressos têm surgido visando o conforto e o bem estar dos seres humanos. Ciência autêntica implica, obrigatoriamente, em imparcialidade e em respeito ao conhecimento legítimo, não deturpado ou deformado por interesses escusos, sejam eles quais forem e procedam de onde quer que seja” (Dr. Adnet).
Na  tentativa de “pseudos” cientistas academicamente parciais, logo desonestos, em comprovar as suas suposições de que a origem da homossexualidade seja  genética, só conseguiram reafirmar o que já sabemos, o não nascimento do homossexual dada a ordem cromossômica X e Y. Todos os estudos e estudiosos até hoje só comprovam que a orientação sexual acorre após  o nascimento, sendo decorrente das primeiras relações afetivas/e ou  conflitivas e entendimento da criança na construção de seus primeiros afetos, ou seja, segundo a própria psicologia moderna a sexualidade é construída socialmente, culturalmente. Um bebê não nasce com comportamento sexual e sim vai aprendendo de acordo com sua cultura e as primeiras relações afetivas. O instinto  sexual existe, mas este instinto é condicionado pelo seu meio, elaborado de forma positiva e ou negativa.
“Não existe consenso entre os cientistas a respeito das razões exatas pelas quais um indivíduo desenvolva uma orientação heterossexual, bissexual, gay ou lésbica. Mesmo embora diversas pesquisas tenham examinado as possíveis influências genéticas, hormonais, de desenvolvimento, sociais e culturais sobre a orientação sexual, nenhum achado jamais emergiu a fim de permitir que cientistas concluam que a orientação sexual seja determinada por qualquer fator ou fatores”(American Psychological Association. Understanding Sexual Orientation and Gender Identity).
Uma questão me preocupa, até quando profissões sérias se deixarão manipular por pressões de militantes mal intencionadas, que usam de forma vil a bandeira de direitos  Humanos, que nem de  longe tem a intenção de esclarecer ou proteger e sim, de pegar carona para promover suas causas, desfocando e descontruindo aqueles que julgam contrários à suas opiniões, pois se sentem ameaçados.
Essa  argumentação pseudocientífica é a de que a homossexualidade seria genética. Jamais foi comprovado. O pesquisador Simon LeVay, que estudou as diferenças no hipotálamo em cérebros de homens homossexuais e heterossexuais atestou:
“É importante observar o que eu não encontrei. Eu não provei que a homossexualidade seja genética, nem tampouco encontrei uma causa genética para a homossexualidade. Eu não demonstrei que homens homossexuais nasçam assim, o erro mais comum que as pessoas cometem quando interpretam meus trabalhos. Nem tampouco localizei nenhum centro gay no cérebro”(Homosexual Urban Legends, The Series; Traditional Values Coalition)
“Não existe nenhuma pesquisa que possa identificar uma causa biológica ou genética para a homossexualidade. Fatores biológicos podem desempenhar um papel na predisposição para a homossexualidade. Todavia, isto também pode ocorrer em diversas outras condições psicológicas. As pesquisas sugerem que fatores psicológicos e sociais podem ser fortemente influentes para o surgimento da condição homossexual. Exemplos incluem problemas de relacionamentos familiares no início da vida do indivíduo, sedução sexual, e sentimentos de inadequação com pares do mesmo sexo, com resultante perturbação quanto à identidade de gênero. A sociedade também pode vir a influenciar um jovem com questionamentos sobre suas preferências sexuais quando o incentiva a se auto-intitular gay” (National Association for Research & Theraphy of Homosexuality; The Three Myths About Homosexuality).
Qualquer investigação honesta, desprovida de partidarismos, poderá verificar que a literatura científica atual não dispõe de nenhum material conclusivo a respeito da gênese (se não a considerarmos uma doença), ou da patogenia (se a considerarmos uma doença) da homossexualidade.
Se dizem  tão inteligentes e não sabem a diferença de estudos   e fato cientificamente aprovado e comprovado pela comunidade científica internacional, publicado e aceito como verdade  absoluta em periódicos oficiais. Isso é ciência.
Não houve mutação genética  e a evolução ainda não chegou lá. Apesar de milhões de anos de existência da humanidade os cromossomos não evoluíram e ou se adaptaram a homossexualidade, tudo ocorre a nível mental psicológico relacional. Sinto em dizer, sexualidade não é um órgão é uma condição, não é palpável, é sentida. Como mensurar o que se sente? Muitos estudos ainda aparecerão  e serão  fadados ao fracasso. Já se tentou de tudo e não encontraram nada que comprove esta afirmação desonesta. Apenas volto a afirmar, estudos que partem geralmente de tentativa de  se provar uma idéia, uma tese, uma suposição, um achismo. Mas a imparcialidade da comunidade científica não sede  a parcialidade em benefícios próprios, porque com a ciência não cabe malabarismo.
Estudo, qualquer um pode fazer,  é conclusão de curso. Somos obrigados a fazer mesmo que não se prove ou tenha sido conclusivo. Está virando quase que uma obsessão tentar se provar o improvável. É direito de qualquer estudante ou mestre tentar provar algo, porém estes “pseudo” geneticistas  deveriam inscrever suas pesquisas sobre homossexualidade ser genética, formalmente na comunidade  científica internacional e se, aceita,  garanto que ganhará prêmio Nobel por ter provado o que muitos tentaram e nunca conseguiram. Fico impressionada com a ingenuidade, a cegueira, o oportunismo e a falta de ética de usar seu título para afirmar suposições, pois se de fato são cientistas éticos, sabem que essa atitude é inaceitável para todo e qualquer cientista sério.
O que temos de concreto são tentativas de explicação das causas da  homossexualidade, nada além do que já sabemos, que a sexualidade humana é  muito singular . A propriedade mais importante do sistema nervoso central é sua plasticidade, por isso a complexidade. Em matéria de comportamento, há uma prevalência  da experiência pessoal sobre os eventos genéticos.
Vou me valer de parte de um texto de Drauzio Varela sobre homossexualidade para tentar explicar o óbvio:
 Existem pessoas  que “acham” que os homossexuais já nascem assim e tentam manipular de todas as formas através de pseudos trabalhos científicos, que são  achismos já que não foram aceitos e tão pouco comprovados. São especulações, probabilidades,  tentativas frustradas, que  com a  ajuda da mídia  torna-se um grande instrumento de  polêmica e nessa luta por ibope vale tudo até induzir ao erro.
 Outros, ao contrário, dizem que a conjunção do ambiente social com a figura dominadora do genitor do sexo oposto é que são decisivos na expressão da homossexualidade masculina ou feminina. Essa é uma teoria absoluta pois até aqui,  é o que a  própria comunidade  científica do comportamento humano tem como oficial, pois trabalha com  a verdade observável, não com conjecturas e prevalências, suposições.
 Como separar o patrimônio genético herdado involuntariamente de nossos antepassados da influência do meio foi uma discussão que monopolizou o estudo do comportamento humano durante pelo menos dois terços do século XX. Estamos até hoje nesta discussão, já achamos praticamente a cura do câncer, fizemos o mapeamento genético, descobriram a molécula de Deus, fomos a lua, fotografamos marte e ainda não descobrimos o cromossomo homossexual. Será que seria porque ele não existe? Pois se existisse, a ciência já teria encontrado.
 Os defensores da origem genética da homossexualidade usam como argumento os trabalhos que encontraram concentração mais alta de homossexuais em determinadas famílias e os que mostraram maior prevalência de homossexualidade em irmãos gêmeos univitelinos criados por famílias diferentes sem nenhum contato pessoal. São argumentos, tentativas, especulações, probabilidades, mas nada, absolutamente nada conclusivo. Até os dias de hoje nada foi comprovado. Este sim é um fato inquestionável.
 Com os avanços dos métodos de neuro-imagem, alguns autores procuraram diferenças na morfologia do cérebro que explicassem o comportamento homossexual. Mais uma tentativa de se provar que é físico, genético e nascido. Apenas a questão comportamental, elaboração negativa do complexo de édipo, tem sido  aceitável como entendimento. Muitos estudos parciais desonestos em se provar com falácias e argumentos manipuladores, tudo em causa própria.
 “Os que defendem a influência do meio têm ojeriza aos argumentos genéticos. “Para eles, o comportamento humano é de tal complexidade que fica ridículo limitá-lo à bioquímica da expressão de meia dúzia de genes. Como negar que a figura excessivamente protetora da mãe, aliada à do pai pusilânime, seja comum a muitos homens homossexuais? Ou que uma ligação forte com o pai tenha influência na definição da sexualidade da filha?” Diz Drauzio Varella.
 Para  Cristãos, tudo está explicado,  Deus criou o homem e a mulher, com desejos que se encontram. A biologia prova essa máxima e isso é matemático, é genético, é observável, é explicado à luz da Bíblia. Entendo que tem pessoas que não acreditam nela, mas isso não dá o direito de ridicularizá-la e ofender cristãos e imputar ao cristão toda a violência que sofrem os homossexuais, pois é uma mentira e nunca será aceita em um país de gente boa, humilde e de maioria cristã.
Embora tente-se explicar  a origem da homossexualidade,  o que precisamos é entender a origem da nossa tolerância mutuamente. Homossexuais existem, Cristãos existem e independente de aceitarmos, querermos ou não, este comportamento (homo) e essa Fé (cristâ)  para nossas vidas, temos que amar e respeitar as pessoas como elas são. Respeitar a diversidade, significa que todos, maiorias e minorias, somos diferentes e devemos nos respeitar. Direitos e deveres são para todos que se dizem humanos, independente de crenças e ou orientação sexual.
A sociedade está acuada também e se esforça. Ela está  tentando conviver da melhor forma possível com os homossexuais sem ofender, magoar, mas infelizmente militantes desonestos não veem lucro nesta paz. Eles lucram em votos e financeiramente com essa guerra inventada por eles, transformar cristãos em homofóbicos e descontruir a família e o Deus que cremos é o objetivo. Já o objetivo da Fé Cristã é defender esses princípios..
Podemos não concordar com outras religiões além da nossa ou com comportamento homossexual, pois vivemos a heterossexualidade, no entanto, tenho o dever como cidadão de respeitar. Também temos como cidadãos temos o direito de lutar por nossas verdades, mas essa luta não pode ser mentirosa e vitimizadora, desonesta, ameaçadora, tentando induzir a população ao erro e digo isso para os dois lados.
Para convivermos, precisamos  entender e  aceitar que homossexuais são pessoas iguais, mas que tem desejo sexual diferente do nosso, e muitos não veem esse comportamento sexual (homo) como um erro, pecado ou com pesar, são felizes  e querem permanecer nessa condição e devem ser respeitados por isso.
Por outro lado de acordo com nossa Fé Deus Criou homem para sentir desejo pela mulher, formarem uma só carne e procriarem. Ou seja, a família biológica e tradicional (homem e mulher)  é o “normal”  (sem juízo moral). A verdade por sí só é esclarecedora, libertadora para quem crê e deseja essa verdade. Pelo ouvir, ouve-se e aceita-se ou não. Esse é o poder do livre arbítrio dado por Deus, é a Liberdade de expressão. Céu existe para quem acredita nele.
Os homossexuais devem entender e  respeitar que existem pessoas que não concordam com sua orientação sexual. Pessoas que  creem em Deus e acreditam que o desejo do homem seja direcionado somente para mulher e vice e versa. Essa é a verdade cristã que nunca será mudada, pois é espiritual, ninguém na terra tem poder de mudar essa máxima e, ser cristão é ser obediente aos princípios de fé criados por Deus. Mas entendo que podemos falar deles com amor incondicional. Essa é a missão de todo cristão e esse cristianismo está  tentando, se relacionar apesar das diferenças e opiniões. Mas nunca em tempo algum, cristãos adaptarão versículos bíblicos para satisfazerem seus desejos, pois sabem que seria impossível. Mas também conhecem a graça de Deus e como Deus sonda o coração.
Temos que entender que a  militância desleal induzindo pessoas ao erro deve ser enfrentada e combatida, pois a sociedade não tolera mais esse expediente. Se todos queremos respeito, lutamos por direitos, não nos esqueçamos que temos deveres, que se aplica a todos em igualdade.

Marisa Lobo


Fonte:
Estudos de Bell e Weinberg, com 505 revizados pelo médico Ethel Person e publicados no Jornal da Associação Psicanalítica Americana. (1983). Journal of the American Psychoanalytic Association, 31:306-315 ta.
Pesquisa :Centro gay no cérebro.” (Homosexual Urban Legends, The Series; Traditional Values Coalition)
National Association for Research & Theraphy of Homosexuality; The Three Myths About Homosexuality)
Dr Eduardo Adnet Médico Especialista em Psiquiatria Titulado pela Associação Brasileira de Psiquiatria e Associação Médica Brasileira
Ryan Sorba, Homosexual Activists Intimidate American Psychiatric Association into Removing Homosexuality from List of Disorders. 2007.
www.drauziovarella.com.br
Biblia Sagrada

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