sexta-feira, 24 de maio de 2013

Neymar acusado de Homofobia


Neymar não querer ficar pelado diante de outro homem, para eles, é homofobia.




Fonte: Exame
por: Luciano Ayan 
São Paulo – A nova campanha da Lupo, que estreou semana passada e é protagonizada pelo astro do futebol Neymar, despertou reações negativas de parte dos consumidores na internet.
O filme “Aparecimento” mostra o boleiro exibindo as peças da marca para compradores numa loja. Depois que um rapaz propositalmente musculoso pergunta ao vendedor: “E aí, brother? Tem aquela cueca sexy do Neymar?”, o jogador reage fugindo do local.
Alguns internautas afirmaram que a reação negativa do atleta é preconceituosa, e a peça publicitária recebeu críticas na fanpage da marca no Facebook e também nos comentários do YouTube.
A fabricante de peças íntimas e acessórios defendeu-se em comunicando divulgado ainda na tarde desta quarta. O texto afirma que “em nenhum momento promoveu qualquer tipo de preconceito” e que “o personagem alvo da polêmica não teve qualquer conotação homossexual”.
O documento prossegue: “A graça do comercial é exatamente essa: um sujeito fortão, heterossexual, procura uma cueca sexy para usar – subentende-se – com uma mulher. E a reação de Neymar é sair de cena. A ideia foi dar um tom brincalhão e brasileiro ao filme”, afirmou a empresa no posicionamento.
Mesmo após as justificativas da marca, as críticas continuam. “Não entendo porque um cara tem de sair correndo se outro homem o acha bonito”, escreveu um comentarista no Youtube. Outros posts na página da Lupo no Facebook convocam um boicote do público gay aos produtos da linha.
Meus comentários
O movimento LGBT continua cada vez mais ridículo, e cada vez mais apelativo. O chilique deles perante este comercial da Lupo é uma das coisa mais delirantes que visualizei em mundo tempo.
Realizem. No comercial, Neymar aproveita a oportunidade de aparecer seminu na frente de mulheres. Quando aparece um homem heterossexual querendo ver a “cueca sexy do Neymar”, Neymar sai de fininho. Normalíssimo, não?
Qualquer homem normal faria o mesmo na mesma situação. Ora, ter a oportunidade de mostrar o badalo para a mulherada é interessante. Mas e por que alguém quereria fazer o mesmo, em tom exibicionista, para outro homem? Simplesmente não faz o menor sentido para um heterossexual.
Isto é, uma reação normal de qualquer homem heterossexual passa a ser considerada homofobia. Em tempo: o homem que queria ver a “cueca sexy do Neymar” nem era apontado como gay, mas como um heterossexual querendo uma cueca para se exibir para as mulheres da MESMA FORMA que Neymar fazia nos segundos iniciais da propaganda.
Para o movimento LGBT, isso não importa: já começaram a choradeira dizendo que é “homofobia”, pois imaginaram, em suas mentes férteis, que o homem pedindo para ver a “cueca sexy do Neymar” era um gay. Logo, na lógica gayzista, um outro homem tem que DESEJAR se exibir para eles da mesma forma que desejaria fazê-lo para as mulheres.
A sugestão que fica é a ridicularização definitiva do termo homofobia, da mesma forma que estamos autorizados a fazê-lo com outro termo que perdeu legitimidade: islamofobia.
Homofobia e islamofobia hoje caem na seguinte regra: quando gays radicais e islâmicos radicais começarem a gritar “homofobia” ou “islamofobia”, é quase certeza de que não há nem um nem outro, apenas o direito de rejeição a um comportamento, ideologia ou religião típico de qualquer pessoa vivendo em uma sociedade livre
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