quinta-feira, 28 de julho de 2016

Jovens Dinâmicos e o Escola Sem Partido


Eu já comentei sobre como nossos jovens são doutores em palpites, fenômeno causado pela “educação” paulofreiriana. Porém, esta semana tive mais um exemplo deste evento impressionante.
Após colocar em minha foto de perfil do Facebook a tag do projeto Escola Sem Partido, uma ex-aluna, com cerca 15 anos de idade, veio reagir na foto com um emoji que demonstrava raiva, desaprovando minha foto em apoio ao projeto. Claro que ela não disse o porquê desaprova, pois não pode, não sabe absolutamente nada sobre o assunto. No máximo sabe o que o professorzinho doutrinador da escola lhe disse. Ela não é a única que age assim, várias pessoas que desconhecem o assunto, não se abstém de opinar com base na mídia e especulações tolas. Eu só não sei como essas pessoas continuam a confiar em notícias dos mesmos veículos que as enganaram e esconderam tantas coisas sobre, como por exemplo, o número de manifestantes nas passeatas contra o PT e o Comunismo.
 Tenho percebido também como o jovem e adolescente neste país têm muitas dificuldades de compreender um texto, seja escrito ou oral. Noto que esta dificuldade apresenta-se, principalmente, porque o indivíduo não consegue, de maneira nenhuma, criar uma representação mental e imaginar aquilo que lê ou escuta. Consequência de um imaginário pobre ou corrompido pela arte e literatura atual. Explica-se algo e não se é entendido, ou se compreende ao contrário, como dito no artigo Duplipensamento:1984 às portas. Fica parecendo que temos que desenhar a explicação. Ora, mas quando desenhamos fazemos, de fato, o que a mente do sujeito deveria ter feito: criar uma representação por imagens. Nossas escolas não trabalham mais a imaginação, e os livros didáticos estão cheios de depravação, sexo e ideologia.
Com certeza o pior de tudo isso é jovem, além de não ter a mínima ideia do que se trata, acha-se na capacidade de opinar e até dizer que se ele não conhece, tal coisa ela não existe. Este é o legado da educação revolucionária, é isto que Paulo Freire e o socioconstrutivismo vêm nos deixando e quanto mais vemos estes episódios, mais temos certeza que o Escola Sem Partido deve ser aplicado.

Clique aqui para saber mais sobre o projeto Escola Sem Partido!

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