domingo, 24 de julho de 2016

NOVE MENTIRAS MENTIRAS COMUNS DA ESQUERDA E O VITIMISMO FALACIOSO

1 – A esquerda não quer proteger as mulheres: Ela só quer incentivar à destruição familiar e uma tal ascensão utópica feminista numa sociedade. Basta ver que quando uma mulher prega ideias diferentes das feminista e sofre algum estupro, morte, violência, elas pouco se lixam para tais casos. Quantas mulheres sofrem abuso, violência, com os agressores que acabam por sair da cadeia em alguns dias e voltam a cometer delitos? Quantos estupradores são beneficiados por leis que punem muito menos quem comete vários crimes no meio social? No fim de tudo, tanto homem quanto mulher, o cidadão de bem, é refém de uma violência generalizada.
2 – A esquerda não quero o “direito às terras”: Isso é um primitivismo tosco. Qualquer psicopata sabe que uma produção de 100 toneladas de feijão alimentam muito mais uma população economicamente ativa (médicos, advogados, professores), mas que não trabalham no campo, do que empoçar 100 famílias nessas terras e obrigá-las a alimentar uma população, mesmo que numa pequena cidade. É algo totalmente desproporcional para se criar qualquer alimento. Viver demonizando qualquer pessoa que possui grandes terras como “fazendeiros gananciosos e opressores” é, sim, para doentes da cabeça.

3 – A esquerda não quer saúde para a população: criou-se o grande mito da “saúde para todos”, dentro da nossa Constituição, em que cada pobre teria direito à saúde. Mas é interessante notar que, além de uma máquina super cara e corrupta, o SUS nunca funciona. Qualquer cidade de médio poder tem deficiências enormes e trabalhos escassos. As pessoas em média passam 6 horas numa fila de SUS para qualquer atendimento básico. Fora qualquer consulta básica que demora em média 6 meses. Os postos de saúde espalhados pelo Brasil são verdadeiros centros de sucata. Por isso a população opta pela auto-medicação e jeitinhos com receitas médicas. Fora os desvios enormes de dinheiro mal investigados e sequer cobrados. Solução? Baixar os impostos e descentralizar os serviços, principalmente com funcionários menos caros para as empresas, teríamos uma saúde um pouco mais humana.
4 – A esquerda não é a favor das religiões: Pare de se enganar com isso, com esse discurso pacifista de “diálogo entre religiões”. Apenas padres, pastores, líderes religiosos que sejam “ideólogos da religião”, ou seja: difundindo ideias marxistas dentro de suas religiões, transformando seus liderados em agentes da revolução, nada mais. Só perceber que quando um líder religioso se levanta contra os revolucionários, dizendo apenas coisas simples, preceitos básicos da religião, ele é logo taxado como fascista, homofóbico, nazista e intitulado como inimigo.

5 – A esquerda não é favor de universidades, escolas, ou ensino verdadeiro: Só notar como os estudantes ultimamente tornaram-se militantes e agentes revolucionários para favorecer o projeto de poder socialista. Não são dialogadores, ou mesmo querem debate. São apenas cães que reproduzem clichés e que transformam o ambiente acadêmico em lixões, ou praças de guerra. Agora, o mais comum é quando as pessoas falam do “acesso dos pobres à educação”. Percebam que esse cliché logo se desfaz quando a pessoa quer colocar um filho na escola pública: Ela sabe que aquele ambiente não é o melhor e mais dotado de qualidade. Por quê? Porque os professores custam caro, o material escolar é caro, a estrutura de uma escola é cara. Então os serviços para as escolas particulares acaba se tornando muito caro, criando inchaços e (as grandes mentiras ditas por políticos em época de campanha “eu vou construir escolas”) crianças que pouco aprendem e muito reproduzem. Normalmente, os países mais desenvolvidos têm serviços mais baratos e acessíveis à população, o material é mais acessível e a qualidade do ensino é melhor.
6 – A esquerda nunca foi a favor da verdadeira arte, da cultura, da música: Toda arte emana da beleza e da essência das coisas belas. O grande filósofo britânico, Roger Scruton, demonstra a essência da contemplação da beleza em todas as coisas que vemos e admiramos. O que mais se vê através da esquerda é o derrocada cultural, a deterioração da música, da poesia, da arte. O esquerdista comum pensa que toda arte é um “agente moral a consertar o mundo”. Pense em quantos amigos de esquerda que você encontra querendo salvar o mundo, mas que desrespeita até o cachorro dele? Ele quer ser o diferentão, que dita as regras de um mudo melhor, mas nem banho toma.
7 – A esquerda não quer o livre pensamento: Já reparou quantos amigos de esquerda você pode dizer que leram autores liberais, ou conservadores? Nenhum destes está disposto a ler Adam Smith, Locke, Toucqueville, Kirk, Burke, Mises e outros? Por que não? Uma vez ainda ouvi de um professor de história que a “academia considerava Hayek e Mises como autores ultrapassados”. Bom, pensei eu, sabendo que a academia Brasileira só tem produzido lixo, considerá-los como “ultrapassados” é até um elogio. Vocês acham que pessoas assim estão realmente dispostos a ler obras ocidentais importantes em nome do pensamento?
8 –A esquerda não quer a família: Mesmo com divergências entre autores liberais, o consenso da família como base social sempre foi um ponto importante em toda a civilização Ocidental. Percebam que o todo esquerdista relativiza a família, além de programar basicamente a sua destruição. Todos os grandes revolucionários do séc. 20 viam a família como uma grande ameaça. De Gramsci a Foucault, entre Sartre e Marcusse, todos os sociólogos e filósofos revolucionários entendiam que o sexo livre, a erotização infantil e a educação militante precoce eram a melhor forma de inverter os papéis dos pais na revolução. A grande balela gira em torno da “proteção às crianças”, quando na verdade é um cerceamento da educação da família e dos pais às crianças, aos seus filhos.
9 – A esquerda quer, sim, um projeto de poder: Quando se vê que a esquerda planeja um plano para alternar poder, ou exercê-lo, nunca o fazem com intuito de deixá-lo. Muitos pensam que isso é parte do jogo democrático. Todos estes pressupostos acima são parte de um projeto de revolução, tanto social, quanto político. A tomada do poder é um projeto que visa o controle do estado em todas as áreas. Já perceberam quantos “agentes-vigias” temos hoje em dia? Aquele seu vizinho, o cara que filma um policial, o sujeito da bike que quer vigiar os motoristas, a indústria da multa. Tudo para que o estado esteja presente em todos os cantos. Gramsci tratava da estrutura e dominação dos poderes. O clássico 1984 – de George Orwell, nos descreve, numa descrição mágica, o processo cerceador dos cidadãos. Toda inversão é para o estado e nada fora dele. Engana-se quem pensa o contrário.
Em um texto simplório, descrevi aqui alguns destes grandes mitos da “esquerda boazinha”. Repasse-os aos seus amigos.
por: Leandro Souza

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