sexta-feira, 9 de setembro de 2016

FHC: o farsante, politicamente correto e um dos mentores da "Quebrando o Tabu"


O que dá de comum entre FHC, Soros e o Mídia Ninja? Eles estão muito mais interligados do que se imagina. Uma rede de lacaios, formada para a destruição das instituições. 

Que todos sabem a velha política tucana é ligada ao PT, isso não há segredos. Mas agora, em prints tirados na própria página do ex-presidente, a confirmação: FHC é parte da página "Quebrando Tabu" - página ligada aos globalistas, que também recebia gordos investimentos do PT através da "Lei Rounaet". 

O que é a  Quebrando Tabu? O nome da página é um filme produzido em 2011, que trata sobre a questão das drogas, em que participaram figuras como Jimmy Carter, amigo de Fidel Castro, o pior presidente americano antes de Obama; FHC, membro do diálogo interamericano, um Foro de São Paulo com terno e calcinha e socialista Fabiano; e, é claro, o megainvestidor George Soros, pai da subversão mundial contra a civilização judaico-cristã, presidente de facto dos Estados Unidos neste momento e notório financiador e promotor de todas as ideias que a página defende.






O documentário produzido para falar do "tabu da legalização das drogas", tem financiamentos pesados para ludibriar a cabeça do cidadão mais desavisado a achar que o simples fato da liberalização das drogas, melhoraria a política anti-tráfico, acabando com mortes e violência. 


FHC, que escondeu seu flert com o PT, é um dos grandes fomentadores do discurso politcamente correto, uma onda de pensamento para cercear o cidadão de todas as formas, surgido há décadas nos EUA e transformado em documentário, por um dos grandes nomes do conservadorismo americano - David Horowitz.
A grande farsa dessa gente, é que as drogas não vão ampliar a política contra o crime, já que o pensamento politicamente correto, que tem invadido o Ocidente, gera também  a político pró-crime. David Horowitz, que traça um dos grandes históricos do politicamente correto, defendidos e abarcados pelo pessoal globalista como FHC e Soros. 

A ligação de Soros com a Mídia Ninja e a Quebrando Tabu, que são páginas do mesmo dono, Pablo Capilé.

Pablo Capilé, um dos ícones da militância esquerdista e um dos cabeças da página (Quebrando Tabu), também é a força motriz Mídia Ninja - página responsável por ridicularizar policiais e fomentar violência contra eles, em forma de "denúncias" de fotos e vídeos de militantes que se fazem de vítima. 

Luísa Saad, pesquisadora da Universidade Federal da Bahia, cuja as várias dissertações esquerdistas surgidas nos últimos tempos, em dissertação de mestrado, aborda o uso da maconha e, em entrevista ao blog "Contemporartes",  sobre a ligação de Soros: 


A discussão em torno da maconha tem borbulhado nos últimos anos, e é inevitável que apareçam posicionamentos de todos os lados. A posição do FHC é bastante curiosa: ele foi presidente durante 8 anos e nunca tocou no assunto. Pelo contrário, a política sobre drogas se tornou ainda mais rígida e opressora durante o seu mandato. No filme Quebrando o tabu ele diz que foi assim porque ainda não tinha conhecimento sobre a questão, era ignorante mas, convenhamos, reprimir ele soube muito bem. O posicionamento dele preocupa bastante a partir do momento que ele diz que “essas pessoas” (usuários) devem ser tratadas como doentes. Tirar da esfera criminal e jogar pra esfera da saúde, sob o viés da doença, não deixa de tratar o usuário como um marginal e generaliza todos os usos como problemáticos. Por outro lado, acho que o movimento antiproibicionista não pode rejeitar apoio, por mais contraditório que ele seja. Pessoas que nunca se prestariam a ouvir e falar sobre maconha passam a dar atenção quando uma figura como FHC entra no debate (...) Mas temos que estar alertas e disputar o debate, senão a marginalização do usuário só muda de formato. Sobre o Soros, é claro que tem muita grana envolvida nessa história e a perspectiva de que essa renda só cresça com uma possível legalização. Não sou contra um mercado que explore as propriedades da maconha – ela é riquíssima e tem muito a oferecer -, mas tudo deve ser feito com muito cuidado (e supervisão do Estado) para que os consumidores e produtores em pequena escala não continuem a sofrer repressão.


Por: Leandro Souza

Entenda mais sobre o politicamente correto e a agenda globalista da Open Society: 



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