terça-feira, 8 de novembro de 2016

Dados da Anistia Internacional falseiam a realidade e fazem polícia brasileira parecer criminosa.


O Brasil, segundo dados, teve mais mortes entre 2011 a 2015, do que a guerra na Síria, por exemplo. Temos em média cerca de 60 mil assassinatos/ano, mas o que falam da polícia brasileira? 


- Segundo a anistia, o senhor Atila Roque, 62% no número de mortos por PMs, seja no trabalho ou na folga. Segundo ele: polícia formada para a “guerra” e para a eliminação do “inimigo”, despreparo técnico e psicológico dos profissionais que atuam na ponta do policiamento e, sobretudo, uma doutrina de segurança pública estruturada desde sempre por uma lógica de repressão e controle das “classes perigosas”, o que leva a uma alta concentração de jovens negros e pobres da periferia entre os mortos pela polícia.


Pois bem: toda polícia, num país com números de guerra, tem que se preparar para a guerra, certo? Está claro que a argumentação se dá pelo "polícia de ditadura, repressão"  - blá blá blá. Todo aquele discursinho politicamente correto, usado pela patrulha ideológica, que visa a "desmilitarização" da polícia. Se há uma polícia treinada e armada, a revolução (comunista) não pode continuar, pois a população reagirá a tal. 

O que fazer? Desarmar a polícia ao máximo, deixando-a à mercê desse projeto de poder. Então, os policiais passam a se submeter aos comandos dessa elite global, sendo apenas "seguranças do estado" politicamente correto.

Outra questão é que em parte das grandes cidades, infelizmente, a população negra se concentrou entre as classes mais pobres, o que potencializa esse número. Isso não quer dizer um "racismo", como pregam certos movimentos. Fora que há uma grande margem de falseamento nesses números, porque se tratam muitas vezes de jovens mestiços, a grande maioria na verdade, chamados de negros, apenas para o bel prazer dos movimentos de esquerda. 

Vamos comparar alguns dados: a taxa de homicídios no Brasil chega a 26/100 mil habitantes. A média mundial é de 6,2: ou seja, você tem quase 5x mais chance de morrer no Brasil, do que em qualquer país do mundo[1].

O número de armas clandestinas nas mãos de criminosos quintuplicou. Cada criminoso com arma de grosso calibre não tem medo algum de colocar em guerra uma cidade, estado, como já fizeram os bandidos do PCC em Santa Catarina, São Paulo, Espírito Santo etc, colocando fogo em ônibus e matando policiais. 

- Em relação a São Paulo, é necessário um comprometimento mais amplo de todas as esferas do estado, em especial do governador e das instâncias legislativas, para a implementação de políticas efetivas de redução da letalidade, o que inclui não apenas treinamento e protocolos claros sobre as circunstâncias em que o uso de armas de fogo é aceitável, mas, sobretudo, investigação rigorosa e independente sobre as situações que resultam em mortes de suspeitos(...)O que temos visto, lamentavelmente, é um patamar alto de impunidade e baixo nível de investigação para situações de homicídios envolvendo policiais...

Ora, ora, ora! Ou seja, o que os números do analista apresentam nada mais é do que a sugestão de uma polícia "desmilitarizada", desarmada, praticamente que só age em caso de ataque, o que é uma prova cabal da letalidade dos policiais. No vídeo abaixo, explica-se o número alto de mortes de policias. Caso viva numa guerra, no caso como é o cidadão brasileiro, em que os bandidos estão (cada vez mais) altamente armados, a reação é praticamente uma consequência de morte. 

Deixamos aqui mais vídeos com dados que desmentem toda essa mentirada da "Anistia" Internacional. 
Por: Leandro Souza



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