segunda-feira, 14 de novembro de 2016

O jornalismo escravo da revolução: ódio, cor, sexo, à luz da agenda

Quando você liga a TV e descobre o que o jornalista vai dizer, então entende o que é gramscianismo, o que é agenda revolucionária e toda a repetição de mentiras. 




Pegue seu controle, ligue a TV e troque de canal. Veja todos os telejornais possíveis da sua TV. É engraçada a afetação pela figura da pessoa, seja no físico, sexo, cor - "Ah, os EUA elegeram um presidente branco de olhos azuis, velho - é voltar no tempo isso. É um retrocesso" - quando se trata de nomes de liderança, ou cargos públicos. 

Agora, me diga: retrocesso por quê? A base de qualquer liderança não deve ser a competência, o mérito, a capacidade de liderar? Óbvio! Você não colocará na sua empresa um indivíduo incompetente. Mas por que eles querem colocar um sujeito por ser negro, branco, azul, chinês, mulher, lésbica para governar? Uma coisa chamada: "agenda revolucionária". Não importa quem seja o "boneco" da vez, o que importa é o esquema de poder. Por quê? 

Desde Gramsci, os métodos marxistas mudaram. Se antes com os stalinistas, trotskystas, leninitas, a imposição era por meio da morte, tomada de poder pelos meios mais violentos, com Gramsci muda o papel do revolucionário: ele deve ser um ideólogo, um agente cultural, uma peça orgânica na revolução. 

Assim os modelos posteriores a Gramsci, Sartre, Beauvoir, Marcuse, Bourdieu, a tomada do poder se deu pela agenda cultural: tomar a religião, a língua, a escrita, a história, infiltrando-se pelos meios culturais, para que o poder subsistisse pela consciência. 

Gramsci dizia que os indivíduos deveriam ser separados por grupos, porque o homem é preguiçoso intelectualmente, e o revolucionário deveria ser comandado no seu papel como agente da revolução. Sendo assim, eles seriam já brancos, negros, judeus, religiosos, ateus etc. Isso é uma contemporização, claro, pois em sua época, gays, ou negros, eram dificilmente tomados como indivíduos nesse papel [1]. 
Felix Weil e George Lukács, fundadores da "Escola de Estudos Sociais" - a famosa Escola de frankfurt

Lukács, por outro lado, na déc. de 1920, já introduzira na Hungria o modelo de sexualização infantil e foi um dos fundadores da "Escola de Estudos Sociais", em Frankfurt, posteriormente chamada Escola de Frankfurt -  que teve grande poder no Ocidente através da implantação do politicamente correto. De lá surgiram teorias sobre escrita, língua, comunicação, formando intelectuais marxistas que influenciaram fortemente o pensamento moderno da esquerda. 

Os comunistas brasileiros, que até certo tempo agiam na clave antiga, do papel de luta armada e sangrenta, influenciados por Fidel, Che-Guevara, entre outros. Posteriormente, grupos influenciados pelas ideias gramscianas (com erro dos militares), tomaram a língua, história, música, artes, assim como o jornalismo, profissão fundamental na comunicação moderna. 

O campo cultural, tomado pelos devotos do Gramsci, passou a dominar a mídia mainstream[2]. Nossa língua, poesia, música foram tomadas, além do papel da comunicação e da cultura influenciados pela esquerda. As universidades públicas passaram então a regurgitar as ideias gramscianas. 

Pablo Capilé, um dos cabeças do Mídia ninja - a tal "mídia independente" que divulgam ofensas e difamação de policiais, apoiados com dinheiro de Soros e partidos de esquerda como PSOL, PT, PC do B. 
Reparem sempre que o jornalista brasileiro reproduz assim: o social - pode saber que é algo de esquerda. A "coletividade, direito da mulher, menor infrator - tudo isso semanticamente entrelaçado para que a pessoa repita esse discurso (uma mentira repetida mil vezes...). O policial é tratado como um bandido, ao passo que o menor que mata, rouba, fere, vira menor infrator; a defesa dos direitos sociais - fica por parte de grupos de extrema-esquerda. Lembre-se que falei da tomada cultural, sendo a língua, a comunicação, a escrita, etc? Você faz com que o indivíduo diga o que você quer, da maneira que você quer. Ele vai repetir os conceitos de poder da agenda, mesmo sem querer. 

As consequências estão por aí: o idiota e politicamente correto de como o sujeito deve ser/se portar no cargo de liderança. A cultura do mérito e da capacidade já não são bem-vindas, porque, de fato, a figura ali será um mero fantoche de um projeto de poder. Ele é parte dessa agenda, desse conjunto de indivíduos e ele falará, repetirá as ideias dessa gente.

Assim transferem para a música, arte, cultura em geral, para tudo. O que vale é o fetiche, desde que esses "bonecos" sejam fruto de um projeto de poder muito maior. Você mata o indivíduo em nome do grupo, tirando dele as capacidades plenas, fazendo com que ele repita o que diz a agenda revolucionária. Esse indivíduo, a priori, pensa ser mais uma estrela. Mas na verdade, é apenas fruto dessa agenda que, se precisar, mata-o em nome da revolução, mesmo que em sua reputação. O caso do cantor Lobão, Danilo Gentilli, Ultraje a Rigor, roqueiros americanos, são alguns exemplos disso. Mesmo que não sejam os "intelectuais conservadores" ou de livre mercado, são rechaçados, pois seu discurso não está dentro da agenda politicamente correta. 

Hoje, o jornalismo sobrevive como papagaio semântico da revolução, repetindo discursos vazios, para uma agenda totalitária de poder. Por isso o que se vê é mero assassinato de reputação (Trump racista, xenófobo, misógino) e jornalismo mesmo que é bom, nada! 

Por: Leandro Souza 



Referências: 

[1] Gramsci não diz abertamente os grupos modernos, gays, lésbicas, negros, como a esquerda faz hoje mundialmente, até porque não eram grupos preteridos pelos marxistas. Isso foi mudando ao longo dos tempos pelo movimento revolucionário. Marx chega a descartar ladrões e prostitutas, hoje usados pela esquerda como "arma de poder". 

[2] Referência comum à grande mídia, a mídia dominante. 

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