terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Carta Capital recebia dinheiro sujo da Odebrecht, diz investigação da Lava-jato

Financiamentos de até R$ 3.5 milhões de reais foram feitas com verbas da Odebrecht. 

A investigação da Lava-jato conclui que a revista Carta Capital  - revista de extrema-esquerda (cujo dono, Mino Carta, acredita que o stalinismo era de direita), usufrui do dinheiro de propinas feitas à Odebrecht, repassadas para que a revista falasse bem do governo do PT e toda a esquerda aliada. 

Os ditos empréstimos feitos à Editora Confiança - da Carta Capital, somaram o valor de R$ 3,5 milhões de reais, entre 2007 e 2009, a pedido do então Ministro da fazenda, Guido Mantega. 

Os empréstimos teriam sido feitos pelo departamento da empreiteira que geria as propinas pagas. As informações constam de um dos anexos da delação premiada do executivo Paulo Cesena, que presidia até o mês passado a Odebrecht Transport, mas foi, antes disso, diretor financeiro da construtora.

Tais empréstimos teriam sido feitos por causa da dificuldade financeira (também, a revista é uma m***) da revista e foram ações de Marcelo Odebrecht. “Marcelo Odebrecht me chamou para uma reunião em sua sala, no escritório em São Paulo, e me informou que a companhia faria um aporte de recursos para apoiar financeiramente a revista ‘Carta Capital’, a qual passava por dificuldades financeiras. Marcelo me narrou que esse apoio era um pedido de Guido Mantega, então ministro da Fazenda”, afirmou Cesena à Lava-Jato.

Capa da Carta Capital tentando difamar Sérgio Moro
A revista, de extrema-esquerda, divulgava todo tipo de notícia querendo difamar a operação Lava-jato. Explica-se, certo? Aí vocês vão entender porque essas revistas de esquerda no Brasil perduram e recebem tanto dinheiro (meu e seu) público para divulgar o péssimo trabalho do governo, que só rouba o povo e quer implantar o socialismo a qualquer custo. 


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